PERFIL

Nome: Clo�

Anivers�rio: 21 de dezembro

Signo: Sagit�rio

Cidade: Ilh�us - Ba

Adoro: Ler, ouvir m�sicas e assistir filmes.

Livros: O amor nos tempos do c�lera (G. G. Marquez); Judas, o obscuro (Thomas Hardy); As Palavras (J. P. Sartre); Germinal (�mile Zola); O Estrangeiro (A. Camus); Cem anos de Solid�o (G.G. Marquez); O pequeno pr�ncipe (S. Exupery); 1984 (George Orwel); O macaco nu (D. Morris); P�ssaros Feridos (Colleen McCullough); A forma da espada (Jorge Luis Borges); entre outros.

M�sicas: � flor da pele, Todo sentimento, Suburbano cora��o, Vitrine (Chico Buarque); El alma al aire (Alejandro Sanz); Mme Buterfly (Puccinni); Noturno, opus 9, n� 2 (Chopin); M�sica para quinteto (Astor Piazzolla).

Filmes: "O piano"; "Sonhos", de Akira Kurozawa; "O paciente Ingles", "O pr�ncipe das mar�s", "Em algum lugar do passado", "Em nome da rosa", "Era uma vez na Am�rica", "Al�m da eternidade", "A dupla face de um crime", "Dr. Givago", "O feiti�o de �quila", "As pontes de Madison".

E-mail: georgiasand@superig.com.br

MSN: georgiasand@msn.com

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04/07/2005 00:11

Sobre a cara metade...

A gente passa a vida inteira sendo catequizada no sentido de que deve se casar com alguém um dia. Mas os dias se vão sucedendo, depois os anos e nada! Tenho refletido muito sobre isso e acabei por entender que seria inadmissível que todos os habitantes do planeta viessem a encontrar sua cara metade. Como? Com tantas diferenças culturais, línguas, dialetos, raças, educação, formas de ver a vida, seria de se espantar que cada um de nós encontrasse o seu bem amado. E outra, será que nossa cara metade necessariamente habita o mesmo país que o nosso? Por quê não se pensar que talvez ele seja de um outro continente, ou talvez de um outro tempo? Talvez ele tivesse existido no passado, ou quem sabe habitará ainda no futuro.
O que é certo é que nascemos sozinhos e morreremos sozinhos um dia, (que espero esteja bem distante!), portanto urge que mudemos de forma de pensar. Convém que cada um de nós busque em si mesmo uma forma de vida auto-suficiente que tenha o condão de bastar-se a si mesma. A resposta para a questão é alimentação constante de vida interior, até à exaustão, de maneira que não sintamos falta do outro. Precisamos entender felicidade dissociada da idéia de dupla; podemos ser felizes com outras formas de amar. O Pessoa magistralmente escreveu num de seus versos de forma clara que "toda forma de amor vale à pena se a alma não é pequena". Então, sejamos grandes! Caminhemos com o propósito deliberado de obter uma alma grandiosa. Escrevo isso, depois de refletir sobre o amor, tratado no Banquete, de Platão.



enviada por Cloé






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